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Fim de Turno
STEPHEN KING

Fim de Turno

★★★★★ 2016

EditoraBertrand Editora
Ano2017

Sinopse

Bill Hodges enfrenta um diagnóstico de cancro terminal quando Brady Hartsfield, ainda internado mas há muito a fingir um estado vegetativo que já não existe, começa finalmente a mostrar as suas verdadeiras cartas: desenvolveu, de alguma forma inexplicável, capacidades de controlo mental, e usa-as através de uma consola de jogos modificada, o Zappit, para hipnotizar e empurrar adolescentes vulneráveis ao suicídio, numa vingança lenta e dispersa contra a cidade que o internou.

Com a ajuda de Holly Gibney, agora sócia plena e muito mais segura de si do que no primeiro livro, e do já crescido Jerome Robinson, Hodges lança-se na sua última investigação, decidido a impedir Brady de concluir um plano de suicídio em massa antes que o cancro ou o próprio Brady o vençam primeiro. King fecha a trilogia abraçando finalmente o elemento sobrenatural que vinha a insinuar desde o livro anterior, transformando o que começou como um procedimental policial realista num confronto quase de terror puro entre Holly e um vilão que já não é totalmente humano. É um final agridoce, que custa caro aos protagonistas, mas que fecha a trilogia com justiça emocional.

Com a ajuda de Holly Gibney, agora sócia plena e muito mais segura de si do que no primeiro livro, e do já crescido Jerome Robinson, Hodges lança-se na sua última investigação, decidido a impedir Brady de concluir um plano de suicídio em massa antes que o cancro ou o próprio Brady o vençam primeiro. King fecha a trilogia abraçando finalmente o elemento sobrenatural que vinha a insinuar desde o livro anterior, transformando o que começou como um procedimental policial realista num confronto quase de terror puro entre Holly e um vilão que já não é totalmente humano. É um final agridoce, que custa caro aos protagonistas, mas que fecha a trilogia com justiça emocional.

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Atmosfera

elemento sobrenaturalúltima missãodespedida

Aviso de conteúdo

Ideação suicida e temas de doença terminal tratados com peso emocional; pode ser sensível para alguns leitores.

Nota do Inspetor Enredo

Um final corajoso: King podia ter mantido a trilogia inteiramente realista, mas escolhe abraçar o sobrenatural que sempre lhe é mais natural, e o resultado é um confronto final memorável entre Holly, já irreconhecível da personagem nervosa do primeiro livro, e um Brady transformado em algo próximo de um verdadeiro monstro. A despedida de Hodges é das mais emotivas que li em muito tempo, tratada sem sentimentalismo barato. Fecha a trilogia com dignidade e abre, sem se saber ainda, a porta para tudo o que Holly viria a ser.

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