★★★★★ data a confirmar
| Editora | Topseller |
| Ano | 2016 |
Falsamente acusada e presa, Helen Grace vê-se subitamente do outro lado das grades que passou toda a carreira a defender e a fazer respeitar, obrigada agora a provar a própria inocência a partir de dentro de uma prisão onde conhece, inevitavelmente, mais inimigos do que aliados. Cada rosto familiar que cruza é um lembrete de casos antigos e de rancores por saldar. É o momento em que a série vira completamente do avesso tudo o que definiu Helen Grace até aqui, despindo-a de qualquer autoridade ou proteção institucional.
Vista pelos antigos colegas como traidora ou, na melhor das hipóteses, como um problema embaraçoso a resolver discretamente e sem escândalo, Helen precisa de confiar em aliados improváveis, pessoas que normalmente nunca escolheria, para limpar o seu nome antes que seja tarde demais. A prisão, ambiente que até agora só conhecia do lado de fora da grade, revela-se tão perigosa e imprevisível quanto qualquer caso que alguma vez investigou, só que desta vez sem crachá, sem arma e sem ninguém a cobrir-lhe as costas. Cada dia que passa dentro da prisão aproxima-a mais de um perigo físico real, e Helen percebe que precisa de resolver o caso depressa, antes que alguém decida silenciá-la de vez.
Vista pelos antigos colegas como traidora ou, na melhor das hipóteses, como um problema embaraçoso a resolver discretamente e sem escândalo, Helen precisa de confiar em aliados improváveis, pessoas que normalmente nunca escolheria, para limpar o seu nome antes que seja tarde demais. A prisão, ambiente que até agora só conhecia do lado de fora da grade, revela-se tão perigosa e imprevisível quanto qualquer caso que alguma vez investigou, só que desta vez sem crachá, sem arma e sem ninguém a cobrir-lhe as costas. Cada dia que passa dentro da prisão aproxima-a mais de um perigo físico real, e Helen percebe que precisa de resolver o caso depressa, antes que alguém decida silenciá-la de vez.
+ ver maisViolência em contexto prisional; sem detalhe gráfico gratuito.
O Anjo da Morte é, sem dúvida, um dos pontos altos emocionais de toda a série para mim, porque finalmente vemos Helen despojada de tudo o que normalmente a protege. Há algo profundamente angustiante, mas também fascinante, em vê-la lutar pela própria sobrevivência sem crachá nem autoridade para a proteger. Este é o ponto de viragem que a obriga a reconstruir a própria credibilidade a partir do zero absoluto, uma experiência brutal que a torna, paradoxalmente, mais forte e, ao mesmo tempo, muito mais desconfiada do próprio sistema que um dia jurou servir com lealdade.