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A Rapariga da Rosa
LESLIE WOLFE

A Rapariga da Rosa

★★★★ data a confirmar

EditoraAlma dos Livros
Ano2020

Sinopse

Esta edição reúne três casos de Tess Winnett num só volume, cada um a exigir-lhe um tipo diferente de paciência: uma morte forjada com um cuidado quase artístico, pensada para enganar o primeiro agente que a examinasse; um assassino que deixa sempre uma rosa como assinatura macabra, transformando cada cena de crime num recado cifrado dirigido só a ela; e uma investigação que a prende a bordo de um avião, a milhares de metros de altitude, fechada num espaço metálico onde não há porta de saída nem reforços a poucos minutos de distância caso algo corra mal. Três cenários, três tipos de medo, e uma só agente obrigada a adaptar-se depressa a cada um deles.

Três histórias distintas, unidas pelo mesmo método implacável de Tess a decifrar o que ninguém mais consegue ver onde todos os outros já desistiram de olhar. A variedade de cenários mostra a sua versatilidade fora da zona de conforto habitual, obrigando-a a reaprender, a cada novo caso, como ler pessoas e lugares que lhe são estranhos. É um volume pensado para ser devorado de seguida, num ritmo que não dá tempo para respirar entre uma investigação e a seguinte.

Três histórias distintas, unidas pelo mesmo método implacável de Tess a decifrar o que ninguém mais consegue ver onde todos os outros já desistiram de olhar. A variedade de cenários mostra a sua versatilidade fora da zona de conforto habitual, obrigando-a a reaprender, a cada novo caso, como ler pessoas e lugares que lhe são estranhos. É um volume pensado para ser devorado de seguida, num ritmo que não dá tempo para respirar entre uma investigação e a seguinte.

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Atmosfera

morte forjadaassinatura simbólicainvestigação em voo

Aviso de conteúdo

Crimes violentos em três investigações distintas; sem detalhe gráfico gratuito.

Nota do Inspetor Enredo

Confesso que adoro volumes assim, porque mostram a personagem fora da sua zona de conforto habitual sem precisar de inventar uma crise existencial para isso. Ao longo destes três casos, Tess confirma-se como uma agente capaz de operar em terrenos completamente diferentes sem nunca perder a precisão que a define, e é essa versatilidade, mais do que qualquer reviravolta isolada, que mais me convenceu de que esta série tinha fôlego para continuar. Sinto que estes três casos funcionam quase como um aquecimento, uma forma de testar os limites de Tess antes dos desafios mais pessoais que a série lhe reserva a seguir, e isso deixou-me ainda mais ansioso pelo livro seguinte.

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